APROFUNDAMENTO DE SERVOS 2019

É com muita alegria que concluímos o Aprofundamento de Servos da RCC na Arquidiocese de Ribeirão Preto que aconteceu nos dias 16 e 17 de fevereiro, na Paróquia Sagrada Família.

No sábado pela manhã, nosso coordenador Renato Carvalho conduziu o primeiro momento nos levando a uma entrega ao Senhor. Entregamos tudo aquilo que tomam o nosso coração e acabam dificultando o nosso ato de servir nos nossos Grupos de Oração.

Lucimar Maziero também esteve presente conosco durante todo o final de semana e começou a manhã nos dizendo que “não estamos aqui neste aprofundamento por desempenharmos uma função apenas, mas porque amamos a Jesus e queremos sempre agradá-lo”.

Falando sobre o nosso tema do ano, “O amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado” Lucimar nos lembrou que Deus não nos vê aqui apenas como servos, mas ele aposta, confia e acredita em cada um de nós. “Temos que nos conscientizar de que o amor que nós doamos para os outros é o amor que vem de Deus e não o nosso próprio. ”

Lucimar continuou falando que “O Senhor nos exorta a testemunhar o amor que Ele nos transmite ” e que nossa dificuldade de amar o próximo, muitas vezes vem com o esquecimento da nossa origem, que é a essência mais profunda de Deus: o amor, amor que não decepciona.

“Se o próprio catecismo já diz que o pecado desequilibra as relações, percebemos que é o pecado que atrapalha o nosso ato de amar, e assim, nos afastamos do amor de Deus. ” Completou ainda, que agora, é tempo de resgatarmos esse amor nas nossas relações, porque nascemos para transbordar amor.

Em um segundo momento, ainda pela manhã, Lucimar nos trouxe que “viver o amor na intensidade que ele precisa ser vivido é ver o sofrimento. Ao vermos a cruz, vemos os cravos, ‘mas o que segurou o Senhor na cruz não foram os cravos, mas sim o amor. ’ ” É o Espírito Santo que impulsiona nossa vida para vivermos o amor.

Falando sobre o serviço de Maria, Lucimar nos fez perceber que Mara foi preparada para viver tudo o que viveu na dimensão do serviço e teve a sua liberdade respeitada pelo Senhor. “Quando permanecemos no amor, ouvimos um chamado de Deus e por isso damos uma a ele uma resposta. ” Nós estamos neste aprofundamento, porque antes de receber um convite, recebemos um chamado, assim como Maria e, assim também como ela, precisamos antes de dar a resposta ao Senhor, viver o amor.

Maria, como exemplo de serva, se levantou do comodismo, do conformismo e foi a quem mais precisa, demonstrando humildade e auxílio ao próximo. Assim, Lucimar nos atenta que “o sim que demos a Deus não é para ficar no Grupo de Oração, mas para se levantar em saída. ” No trabalho, nossos colegas precisam nos ver e sentir Deus estremecer no coração, isso é servir.

Lucimar disse que somente somos servos porque Deus nos enxergou dignos deste serviço, e por isso Ele nos chamou a servir e assim, a estar sempre com Ele. Maria, a serva do Senhor, “caminhou com Jesus, esteve nas bodas de Caná e esteve com Ele também aos pés da cruz. Diante do momento de maior dor da vida dela, Maria não negou o seu sim por causa desta cruz.”

Assim como João acolheu Maria, somos chamados a acolhê-la, como João, aos pés da cruz. “Deus quer estreitar nosso relacionamento com Nossa Senhora, presente que Jesus nos deu. Utilize-se desta graça e deixe Maria ser mestra do seu servir. ”

Encima da leitura de 1ª Samuel7, 1-13, Renato Carvalho, nosso coordenador nos fez pensar com a seguinte colocação: “se até aqui nos trouxe o Senhor, o que faremos a partir de agora? O que como servos, faremos aos nossos irmãos? Não é para atrair pessoas para nós que servimos, mas o nosso chamado a servir é para que levemos as pessoas para Deus.

Mais uma vez, ficou claro que o pecado nos impede de levar o amor de Deus para nossos irmãos. Sentir este amor apaixonado de Jesus, depende unicamente de nós. Por isso, precisamos de uma conversão sincera para que nosso chamado à salvação das almas cresça em nós. Renato nos disse ainda que essa conversão depende de três virtudes: dignidade, integridade e santidade.

“Você deseja caminhar com o Senhor? Precisamos voltar às nossas origens para que a partir delas, o Senhor nos impulsione na caminhada. Precisamos extrair do altar de Cristo essas origens e, depois deste encontro, sermos dóceis a ponto de nos deixarmos guiar pelo Senhor”, terminou.

Na missa celebrada por Dom Moacir no sábado, o recado que nosso Arcebispo passou foi de que devemos descobrir e reconhecer “sobre quais valores a nossa vida está fundamentada. O fundamento das nossas vidas tem estado em Deus? ” Continuou dizendo que a nossa fé e a nossa esperança nos afirmam que fomos feitos para a vida eterna e que, portanto, devemos escolher o melhor caminho: “Peçamos ao Senhor a graça de escolhermos o caminho das bênçãos e das bem-aventuranças. ”

Pela tarde, Lucimar aprofundou conosco sobre o sentido de servir. “O nosso Grupo de Oração precisa gerar vida nova, gerar salvação. ” Acolher os irmãos que recorrem ao grupo de oração com seus valores e princípios deformados, também é papel do servo. E falando em papel do servo, Lucimar nos disse que “o servo, está a serviço. Independente de qual é o exercício, é um exercício de amor; pode até ser que seja um sacrifício de amor. ”

Lucimar então tomou a palavra e foi nos fazendo refletir sobre os capítulos 42, 49, 50 e 52 do profeta Isaías, trecho que, segundo ela, já era um anúncio da vinda de Jesus. “A nossa missão, como servos movidos pelo Espírito Santo, é de dar sequência à missão salvífica de Jesus. ” Para dar sequência, é preciso anunciar. Um anúncio que “deve ser regado pela Palavra de Deus. Não podemos nos fechar à formação, à vida de oração e à vida sacramental, pois não estamos nos anunciando, mas anunciando a pessoa de Jesus. ”

“Deus nos ama tanto que, apesar da nossa miséria, Ele confia em nós. Servo de Deus não é só servo dentro do Grupo de Oração. Não é uma ação exterior, mas do interior. Por isso temos que ter uma comunhão íntima com Deus. ” Isso significa que devemos imitar a Cristo, até no sofrimento, porque quando vemos a realidade do ser humano, nós nos compadecemos como Cristo. “Jesus, o servo, é o modelo de servo que eu tenho que ser como servo do Senhor. Nossa missão é amar a Jesus, e às vezes no meu irmão, como Ele nunca foi amado”, completou.

No domingo, pela manhã, o Senhor se fez presença no nosso meio, e nos prostramos em adoração ao Senhor dos Exércitos. Fazendo referência à liturgia dominical, Padre Carlos, nosso assessor eclesial, nos confirmou mais uma vez que vem da palavra de Deus, que nossa confiança deve estar primeiramente no Senhor. “Jesus nunca nos deixará sozinhos. ”

Através da palavra presente em Lucas 10, 38-42, nosso coordenador arquidiocesano dirigiu a palavra aos coordenadores: “É aos pés do Senhor, no retorno às origens, na busca da santidade e na vivência da conversão sincera que ouviremos com clareza o que o Senhor deseja nos falar.”

Em um último momento, Lucimar nos trouxe a palavra tema da RCC para 2019, e tema também do nosso aprofundamento (Rm5, 5).

Começou dizendo que a graça da experiência no batismo do Espírito Santo é que nos leva a experimentar também a graça do amor de Deus, com um olhar de esperança diante de tudo o que o Espírito Santo tem nos falado nestes últimos 50 anos. A própria palavra nos diz que o amor de Deus já foi derramado nos nossos corações e “pode ser renovado todos os dias pois é derramado em sua totalidade sobre cada um de nós. ” É esse amor que não nos deixa desistir da nossa família, do nosso trabalho, do nosso servir e da Renovação Carismática Católica. ”

É preciso que progridamos no amor de Cristo, e Lucimar citou a via dos três degraus de Santa Catarina de Sena, que se encontram no símbolo de sacrifício e doação de Jesus, que é a cruz. O primeiro degrau são os pés do Senhor, que purificam o modo de amar. O segundo degrau é o coração, que nos faz entender como Cristo ama os seus filhos. E o terceiro degrau é a boca, que faz com que aprendamos a ser paz, assim como as palavras do Senhor.

Lucimar nos disse que “parece um caminho difícil, mas se faço com amor, é um caminho de consolação. O que vai nos segurar nesses degraus, o que vai nos dar forças para percorrer este caminho, é somente o amor. ”

Renato encerrou o momento com uma colocação de Filipenses 2, 5: “Tende em vós o mesmo sentimento que houve em Cristo. ” É preciso que nos aprofundemos na relação com Deus, vivendo em integridade e dignidade e santidade, de forma total e completa, pois “o louvor precisa ser o nosso estilo de vida. ” Concluiu dizendo que “se Jesus é o Senhor das nossas vidas, precisamos nos sacrificar com alegria para agradar o coração de Deus. Nosso trabalho como servos deve ser uma oferta de amor àquela alma que vai até nós. ”

Na missa de encerramento do nosso aprofundamento, Padre Carlos nos relembrou de que a confiança em Deus deve ser sempre a nossa primeira virtude, pois em momentos de sofrimento, dói mais quando confiamos em outro homem, e não no Senhor. Como servos, além de confiar no Senhor precisamos levar almas para Deus e buscar a sua salvação, e as bem-aventuranças nada mais são que caminhos que o Senhor aponta para a salvação. Nosso assessor encerrou a homilia dizendo que como servo “posso sim ser sinal de Deus na vida do outro, desde que o final, seja sempre o Senhor. ”

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